" Rosa Antuña exemplifica o sentido mais pleno de uma espécie de beleza." / "Rosa Antuña exemplifies the fullest sense of beauty." O Estado de São Paulo

" Mais que bailarina, uma artista em plenitude." / "More than a dancer, an artist in plenitude."
Hoje em Dia - Belo Horizonte, MG

“ Vale salientar o refinamento de Rosa Antuña, que também fala, canta e toca instrumentos, habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País.” / "It is noteworthy to point out the refinement of Rosa Antuña, who speaks, sings and plays instruments, skills that combine to project her amongst the best dancers within the country."
O Estado de São Paulo

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Próximas apresentações/ Next presentations

Manaus:

23 de novembro : Casarão de Ideias

25 de novembro: Teatro Amazonas

26 de novembro: Teatro da Instalação

domingo, 13 de agosto de 2017

AGENDA 2017

* 26 de novembro - O VESTIDO - Teatro da Instalação - circulação Funarte Klauss Vianna

* 25 de novembro - O VESTIDO - Teatro Amazonas às 20:00hs - gratuito - circulção Funarte Klauss Vianna - Manaus, AM

* 24 de novembro - workshop Arte-Integrada - Teatro da Instalação - Manaus, AM

* 23 de novembro - O VESTIDO - Casarão de Ideias às 20:00hs - gratuito - circulação Funarte Klauss Vianna - Manaus, AM

* 6 de novembro - workshop Arte-Integrada na Funesc - João Pessoa, PB

* 5 de novembro - O VESTIDO - Funesc - João Pessoa, PB

*31 de outubro e 1 de novembro - workshop Arte-Integrada na Caixa Cultural Recife, PE

* 26, 27 e 28 de outubro e 2, 3 e 4 de novembro (quinta a sábado ) - TRILOGIA DO FEMININO (Mulher Selvagem, O Vestido e A  Mulher que Cuspiu a Maçã) - Caixa Cultural Recife, PE

* 8 de junho - PERFORMANCE de improvisação no show de Dea Trancoso - Teatro de Bolso do Sesc Palladium - Belo Horizonte, MG

AGENDA 2016

* 7 de dezembro - O VESTIDO - BH in Solos - ZAP 18 - Belo horizonte, MG
* 14 de outubro - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - Movasse & Parceiros em Cena - Sesc Palladium - Belo Horizonte, MG
* 11 de outubro - O VESTIDO - Terça da Dança, 20:00hs - Teatro Francisco Nunes - Belo Horizonte, MG
* 6 de setembro - O VESTIDO (Prêmio Funarte Klauss Vianna),às 15:00hs e às 19:00hs - Mova-se Festival, Manaus, AM
* 3 de setembro - workshop ARTE-INTEGRADA - Mova-se Festival -  Manaus, AM
* 1o de setembro - O VESTIDO (Prêmio Funarte Klauss Vianna), às 15:00hs e às 19:00hs - Mova-se Festival - Manaus, AM

terça-feira, 4 de agosto de 2015

AGENDA - 2015

* 20 de novembro - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - Odin Teatret - Holstebro, Dinamarca
* 22 de setembro - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - CenaMúsica - CRModa - Belo Horizonte - 19:00hs - gratuito
* 1 e 2 de setembro - OFICINA ARTE-INTEGRADA - Ocupação Diálogos - Funarte - BH - de 19:00hs às 21:00hs -= gratuito
* 30 de agosto - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - CenaMúsica - Teatro Francisco Nunes - Belo Horizonte - 19:00hs - gratuito
* 27 e 28 de agosto - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - Ocupação Diálogos - Funarte - Belo Horizonte - 20:00hs - ingressos 5,00 e 2,50 reais
* 25 e 26 de agosto - OFICINA ARTE-INTEGRADA - Ocupação Diálogos - Funarte - BH - de 19:00hs às 21:00hs - gratuito
* 20 de agosto - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - Cena Música - Centro Cultural Vila Santa Rita - Belo Horizonte - gratuito
* 18 de agosto - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - Cena Música - Centro Cultural jardim Guanabara - Belo Horizonte - gratuito
* 8 e 9 de agosto - O VESTIDO - Ocupação Diálogos - Funarte - Belo Horizonte - sábado 20:00hs e domingo 19:00hs - ingressos 5,00 e 2,50 reais
* 6 e 7 de agosto - OFICINA ARTE INTEGRADA - Funarte - Belo Horizonte - de 19:00hs às 21:00hs - gratuito
* 17 de julho - A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - CenaMúsica/ Noturno nos Museus - CRModa - Belo Horizonte - 21:00h - gratuito
* 7, 8, 9 e 10 de maio - ESTREIA : A MULHER QUE CUSPIU A MAÇÃ - CCBB - Belo Horizonte - ingressos 10,00 e 5,00 reais
* 22, 23 e 24 de abril - TRILOGIA DO FEMININO - 22 Mulher Selvagem ; 23 O Vestido; 24 A Mulher que Cuspiu a Maçã (pre-estreia) - Teatro da Caixa - Brasília

foto: Marco Aurélio Prates

domingo, 5 de abril de 2015

Trilogia do Feminino

A pesquisa sobre o universo feminino começou em 2008, com a leitura do livro “Mulheres que Correm com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estes.

Sem dúvida essa pesquisa e o amadurecimento da artista caminham de mãos dadas.
A Trilogia procura trazer para o palco etapas do desenvolvimento consciencial da mulher, começando pelo resgate de si mesma, aceitação da sua força e poder, passando em seguida por escolhas inevitáveis que determinarão o caminho a ser percorrido em sua vida. Escolhas que passam a ser conscientes e não mais seguindo os padrões machistas e repetitivos que conhecemos. A partir daí, a mulher se vê no mundo e percebe que seu posicionamento é fundamental para que realmente haja uma mudança na sociedade. A mulher passa a ver a questão do feminino de maneira mais abrangente. Sai do papel de vítima. Sai do papel panfletário e se vê como um grande agente modificador no mundo.
Ela não vê mais o homem de hoje como um vilão e sim como alguém aprisionado em um padrão comportamental tão antigo quanto os dogmas da Igreja.
Ela vê o feminino como algo inerente à sociedade saudável. O feminino foi tão massacrado nela quanto nos homens.

E no encerramento da “Trilogia do Feminino” vemos a mulher como um ser pleno, que serve de exemplo saudável para uma sociedade doente.
 A mulher e o homem são importantes e merecem descobrir em harmonia o lugar de cada um em um mundo de relações cooperativas.

"Mulher Selvagem" foi inspirado no livro "Mulheres que Correm com os Lobos", de Clarissa Pínkola Estés e aborda o tema do resgate da "mulher selvagem", que seria a mulher saudável, livre e criativa que existe dentro de cada mulher.
Este solo teve sua estreia em 2010 e foi apresentado na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, 1,2 na Dança, 13° Peça Bis e Mostra Klauss Vianna em Belo Horizonte (MG), Conexão Cacilda (Funarte) Rio de Janeiro, Aldeia SESC Pelourinho em Salvador, 2° Mova-se Festival de Dança em Manaus (AM), Circuito Cultural Ribeira (SESC) Natal (RN), Fórum Internacional de Dança de São José do Rio Preto (SP), SESC Ribeirão Preto (SP), 1° Diversidade em Dança em Viçosa (MG) e foi convidado para fazer a abertura do 4° Festival Internacional de Teatro de Dourados (MS).

"O Vestido" teve sua inspiração em um vestido de Ronaldo Fraga, estilista mineiro. A partir do vestido vieram estudos com livros de Lewis Carroll, Nietzshe e Freud, além dos filmes "Elizabeth" e "A Jovem Rainha Vitória". Em "O Vestido" é a mulher selvagem que guia a personagem a encontrar e vestir o vestido, dando início a um profundo processo de descoberta, consciência, ação e libertação.
Este trabalho foi apresentado em 2013, como work in progress no 7° Seminário Internacional de Dança de Joinville, no 1,2 na Dança em Belo Horizonte e no Satyrianas em São Paulo. Teve sua estreia em maio de 2014 em Belo Horizonte, partindo em seguida para Recife na 11a Mostra Brasileira de Dança e também no Encontro Nacional de Dança onde foi apresentado em Mossoró e Natal.

Tanto "Mulher Selvagem" quanto "O Vestido" tiveram direção e atuação de Rosa Antuña.

“A Mulher que Cuspiu a Maçã” é alguém que age. É alguém com uma nova consciência, que trilhou um caminho em busca de si mesma e descobriu toda a humanidade.
RESGATE de si mesma - ESCOLHA consciente - POSICIONAMENTO no mundo
Concepção de Rosa Antuña sob direção de Roberta Carreri.

fotógrafa: Duda Las Casas




Sinopse - A Mulher que Cuspiu a Maçã

A Mulher que Cuspiu a Maçã, dirigido por Roberta Carreri, encerra a "Trilogia do Feminino", de Rosa Antuña, que teve como primeiro trabalho o solo "Mulher Selvagem" com estreia em 2010 e em seguida o solo "O Vestido" com estreia em 2013.
A obra traz profundas questões do feminino e escancara frustrações, decepções, padrões e mazelas que caminham com as mulheres ao longo do desenvolvimento de sua história na humanidade.

É um espetáculo híbrido de dança, teatro, performance e sonoridades vocais, continuidade da pesquisa que Rosa Antuña vem desenvolvendo desde 2003.

fotógrafa: Duda Las Casas

Release - A Mulher que Cuspiu a Maçã

Um espetáculo solo com criação e atuação de Rosa Antuña, direção artística de Roberta Carreri e iluminação de Mário Nascimento.

A Mulher que Cuspiu a Maçã encerra a "Trilogia do Feminino", de Rosa Antuña, que teve como primeiro trabalho o solo "Mulher Selvagem" com estreia em 2010 e em seguida o solo "O Vestido" com estreia em 2013.
Foi o livro “A Cama na Varanda”, de Regina Navarro Lins, que provocou a criação deste trabalho. Para a conclusão do solo Rosa fez uma Residência Artística no Odin Teatret em Holstebro, Dinamarca, e foi dirigida pela atriz Roberta Carreri em dezembro de 2014.
A obra traz profundas questões do feminino e escancara frustrações, decepções, padrões e mazelas que caminham com as mulheres ao longo do desenvolvimento de sua história na humanidade. Há também um questionamento sobre o comportamento da mulher nos dias de hoje e sobre as espectativas de relacionamentos românticos às quais muitas mulheres ainda estão condicionadas.
Com 45 minutos de duração e uma trilha sonora que vai de Nouvelle Vague a Massive Attack, passando por divas do Blues como Dinah Shore, Esther Phillips, Dinah Washington e Big Mama Thornton, temos em cena um espetáculo híbrido de dança, teatro, performance e sonoridades vocais, continuidade da pesquisa que Rosa Antuña vem desenvolvendo desde 2003.

Duração: 45 minutos

Censura: 12 anos

domingo, 29 de março de 2015

A Mulher que Cuspiu a Maçã

“O feminino tornou-se misterioso devido ao massacre ao qual foi sucumbido pelo patriarcado. A Igreja acabou com o feminino. O Deus único e tirano tornou-se modelo a ser seguido. Um modelo deturpado e incoerente. Um modelo criado por homens.
O patriarcado oprimiu violentamente a mulher em todos os níveis. Mas aprisionou os homens também num papel e padrão de comportamento específicos.
Este foi um mal tão profundo, que criou desdobramentos em nossa sociedade até os dias de hoje.
O resultado que tivemos foi uma sociedade falsa, culpada, doente, machista, destituída de prazer saudável, destituída da harmonia da vida.
E como se remove preconceito, culpa, crenças e dogmas da sociedade?
Através da mudança de um pensamento.
Conseguir que a sociedade evolua em relação à harmonia entre os sexos é um desafio a ser enfrentado. O que temos hoje são pessoas, agrupamentos, coletivos, pensadores que funcionam como um foco de lucidez social. O trabalho ainda é árduo.

“A Mulher que Cuspiu a Maçã” é um espetáculo que busca revelar a verdade de uma mulher de agora, livre de paradigmas e dona das suas próprias escolhas.”

Rosa Antuña

fotógrafa: Duda Las Casas